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SENAI

Notícias

Jovens se destacam no comando das startups

Terminar a faculdade e buscar um emprego em uma empresa pública ou privada não é mais a opção de carreira predominante do jovem brasileiro. De acordo com dados do relatório Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizado no Brasil pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), o número de empreendedores entre 18 e 34 anos que estão envolvidos na criação do próprio negócio cresceu em 2017. Já são mais de 15,7 milhões de jovens que estão envolvidos na abertura de um negócio ou que já têm empresa com até três anos e meio de atividade.

 

As startups figuram nesse cenário como uma das opções de negócio mais procuradas pelos jovens. Dados da ABStartups revelam que, das startups cadastradas na base de dados da empresa, 72% são lideradas por jovens entre 25 e 40 anos de idade, sendo 87,13% comandadas por homens e 12,3% comandadas por mulheres. O ambiente descontraído e inovador, a liberdade para criar e impactar nas estratégias, e a possibilidade de uma ascensão profissional mais rápida são algumas das características das startups que atraem a atenção dos jovens.

 

Luiza Arantes, Dante Nolasco, Matheus Jorge e Paula Menezes decidiram apostar no ramo das startups quando ainda eram alunos do ensino médio. Em 2016, eles participaram do Startup Weekend Youth, uma maratona de empreendedorismo para desenvolver ideias inovadoras de negócios. A equipe criou uma espécie de prontuário médico, que  pode ser preenchido até mesmo por pessoas leigas,  para monitorar o estado de saúde dos idosos.

 

O desejo de continuar com o projeto fez com que a equipe se inscrevesse no AGITA, o programa de pré-aceleração da Escola do Sebrae. A ideia de negócio amadureceu e então foi criada a Cori Saúde, uma plataforma digital para registro, manutenção e gestão de dados relativos ao cuidado de idosos que precisam de um acompanhamento mais rigoroso. “O acompanhante registra as atividades cotidianas do idoso, que passam por uma análise de inteligência artificial e identifica situações de risco, que são notificadas para o plano de saúde.

 

Assim, o médico entra com uma ação preventiva, tratando a situação antes que se torne uma complicação médica mais grave, reduzindo possibilidades de internação, desgastes para o idoso e a família, e custos para a instituição”, explica Luiza.

 

A startup Cori Saúde conquistou o 1º lugar no programa AGITA e recebeu um aporte do programa Sebraetec para o desenvolvimento do negócio. Alguns meses depois, a equipe venceu o Hackathon da Unimed BH, durante a Campus Party, e foi selecionada para um período de aceleração no Centro de Inovação da Empresa, que se tornou a primeira cliente do aplicativo.

 

No Vale do Aço, quatro jovens também decidiram investir na abertura de uma startup, e criaram a Influenzer. A ideia de negócio surgiu em 2015, e, dois anos depois, a equipe se inscreveu para o programa AGITA. A proposta era criar um negócio que gerasse engajamento entre usuários e marcas nas redes sociais, criando uma nova maneira das empresas fazerem marketing e interagirem com os seus clientes. “Utilizamos um programa de recompensas onde pontuamos os participantes por cada postagem, nas redes sociais, que esteja relacionada com uma determinada marca. Os pontos podem ser trocados por benefícios da própria marca”, explica Aléssio Mirando Jr., um dos fundadores da startup. “Dessa forma, transformamos clientes em divulgadores das marcas”, completa.

 

A ideia de negócio fez com que a equipe conquistasse o 2º lugar no programa AGITA Vale do Aço. Alguns meses depois, a Influenzer ficou entre as cinco startups finalistas do Lemonade, e, recentemente, a startup conquistou uma vaga para a 5ª rodada do programa de aceleração do SEED, um dos maiores programas de aceleração de startups e desenvolvimento empreendedor da América Latina.

 

Cenário das startups no Brasil

De acordo com a ABStartups, estima-se que atualmente o país possui em torno de 6 mil startups, número que praticamente dobrou nos últimos seis anos. Minas Gerais é o segundo estado com o maior número de startups (12%), atrás apenas de São Paulo (41%). Os setores que mais se destacam entre as startups nacionais são educação (edtechs), agronegócio (agrotechs), finanças (fintechs), internet, propaganda, comunicação, comércio eletrônico, saúde e bem-estar.

 

 

 

(Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios – 18/09/2018)

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