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SENAI

Notícias

Novo centro de pesquisa vai apoiar projetos das indústrias

O Polo de Camaçari vai contar com um grande centro tecnológico, previsto para começar a funcionar em 2019 e que deve impulsionar seu desenvolvimento tecnológico. Com investimento inicial de R$ 85 milhões, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a nova unidade do Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia, vinculado ao Senai (Senai Cimatec) dará suporte a projetos de atualização tecnológica e inovação.

 

O Cimatec Industrial vai atender a demandas que requerem condições especiais de controle e operações, funcionando como apoio à inovação, principalmente na fase pré-competitiva do desenvolvimento de processos e produtos. Sua abrangência será nacional.

 

O objetivo é preencher uma lacuna existente nos centros de tecnologia industrial no Brasil, seja ligados a universidades ou de empresas privadas, que é a disponibilidade de grandes estruturas para plantas piloto, infraestrutura para desenvolvimento de protótipos em escala real e também para testes, ensaios e validação de processos em escala industrial.

 

O novo centro de pesquisa industrial terá capacidade para, por exemplo, desenvolver e testar pás de aerogeradores de energia eólica, validar a conformação mecânica de processos que demandam grandes equipamentos, como prensas de mil toneladas, elaborar estudos aerodinâmicos da indústria automotiva, além de desenvolver, testar e certificar equipamentos da indústria naval e offshore.

 

Poderá também fazer escalonamento de produção (scale-up) de plantas industriais, desenvolver e validar processos dos setores químico, petroquímico e de biotecnologia, elaborar projetos, prototipagem, teste e certificação de equipamentos na área de petróleo e gás e desenvolver, testar e certificar componentes, máquinas, equipamentos de distribuição, proteção e controle do setor elétrico.

 

O Cimatec Industrial será construído por etapas, em um terreno de 4 milhões de m2 do governo do Estado, dentro do Polo de Camaçari. Será composto por dez galpões e um prédio para a área administrativa. Cada galpão será destinado a uma área de pesquisa específica, como construção de protótipos de veículos, conformação mecânica para indústrias em geral e validação de processos de uma unidade industrial em planta piloto. A primeira fase ocupará 62 mil m2.

 

"As empresas têm seus próprios laboratórios, só que em escala menor", diz Daniel Motta, gerente de tecnologia e inovação do Senai Cimatec. O centro tecnológico é uma extensão do Cimatec de Salvador, que ocupa quatro edifícios, com 35 mil m2 de área construída.

 

A unidade de Salvador trabalha no momento com 72 projetos, no valor total de cerca de R$ 280 milhões, encomendados por diversas empresas e financiados por instituições como Agência Nacional do Petróleo (ANP), Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Empresa Brasileira de Inovação e Pesquisa (Finep) e Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).

 

Pelo tamanho e abrangência de áreas, o Cimatec Industrial será inédito no país. Entre suas metas está a realização de 20 projetos de inovação de alta complexidade por ano, o que deve gerar 20 novos pedidos de patente a cada ano. Será outro ineditismo, considerando-se que um projeto de inovação típico, segundo os pesquisadores, leva de um ano e meio a três anos.

 

Um dos resultados esperados será o desenvolvimento de novos negócios, já que o centro de pesquisa permitirá aos novos empreendedores testar seus lançamentos antes de fazer os investimentos produtivos definitivos. Com isso, eles podem reduzir os riscos de colocação dos produtos no mercado. O novo centro deve contribuir também para acelerar o processo de desenvolvimento tecnológico e de transferência da tecnologia desenvolvida para a indústria. Isso porque o projeto prevê a aproximação do ambiente industrial com a produção científica e tecnológica, tanto do Senai como de outras instituições de ciência e tecnologia.

 

 

 

(Fonte: Valor Econômico – 29/06/2018)

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