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SENAI

Notícias

MDIC estuda meios da indústria nacional avançar tecnologicamente até 2030

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) iniciou nesta terça-feira (18) as discussões sobre o Novo Ciclo de Política Automotiva e a Rota 2030 para a mobilidade e logística do país. O objetivo é estabelecer uma visão de longo prazo, com regras claras e previsíveis, para a indústria nacional chegar em 2030 com tecnologia equivalente a mercados avançados, integração ativa na cadeia global de suprimentos, competitividade na produção dos principais sistemas automotivos e capacidade de desenvolvimento de projetos globais.

 

“A partir da análise de como estará a indústria automotiva global e as novas tendências de mobilidade, vamos definir qual a inserção que a indústria brasileira deve buscar em 2030. E, a partir dessa visão de posicionamento, vamos traçar a rota para chegar lá. Nosso compromisso é construir uma indústria automotiva brasileira competitiva globalmente. A Rota 2030 vai abranger um período de 15 anos, com três ciclos de desenvolvimento”, explicou o ministro do MDIC, Marcos Pereira.

 

Os caminhos a serem percorridos para uma integração competitiva da indústria automotiva instalada no Brasil no novo contexto global são o elemento central para a “Rota 2030 – Mobilidade e Logística: Integração às cadeias globais de valor de forma competitiva”. O pano de fundo para essa discussão é a convergência das inovações tecnológicas com as mudanças no comportamento dos usuários que estão transformando a maneira como as montadoras desenvolvem e constroem os veículos.

 

Com o objetivo de construir o documento Rota 2030, será criado o Grupo de Alto Nível – Mobilidade e Logística (GAN 2030), que debaterá os principais desafios para a indústria automotiva nos próximos 15 anos e fará recomendações para reforçar a competitividade da cadeia de valor do setor automotivo no Brasil. “A criação do GAN é o reconhecimento de que o governo não faz nada sozinho, é um esforço conjunto entre indústria e governo”, destacou Marcos Pereira.

 

O GAN contará com seis grupos de trabalho: Reestruturação da cadeia de autopeças e apoio ao acesso ao mercado para as pequenas e médias empresas; P&D e engenharia, envolvendo conectividade e manufatura avançada; eficiência energética e novas tecnologias de motorização e seu alinhamento com as políticas de emissões e biocombustíveis; segurança ao longo do ciclo de vida do veículo; produção em baixos volumes, envolvendo veículos premium e sistemas automotivos estratégicos; e estrutura de custos para integração competitiva.

 

"A ideia do governo com a Rota 2030 é a de planejar a política industrial para além dos ciclos políticos normais de quatro em quatro anos. Não poderemos pensar a política industrial a partir de ciclos muito pequenos porque as decisões empresariais, em geral, são tomadas em ciclos mais longos. Assim, nós estamos aqui iniciando os trabalhos do grupo de alto nível do governo e do setor privado voltado para as discussões, em especial, do setor automotivo”, disse o secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial, Igor Calvet.

 

 

 

(Fonte: Agência ABIPTI – 18/04/2017)

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