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SENAI

Notícias

Prumo do IPT ajuda a aprimorar o setor de cerâmica vermelha

Com cerca de 11 mil empresas de pequeno porte distribuídas pelo País e um faturamento da ordem de US$ 2,8 bilhões, o segmento de cerâmica vermelha busca a evolução técnica e melhor qualidade das peças nacionais. O segmento de cerâmica vermelha é composto, em sua maioria, por micro, pequenas e médias empresas que, segundo dados do Sebrae, utilizam processos produtivos tradicionais. O esforço para reverter este quadro levou empresários a investir em tecnologias, desenvolvimento e aprimoramento para melhorar a qualidade dos produtos e garantir a sobrevivência em um mercado que tem como característica a concorrência acirrada. Muitas dessas empresas buscam no Projeto Unidades Móveis de Atendimento Tecnológico, o Prumo, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) do Estado de São Paulo, os conhecimentos e técnicas de que necessitam.

 

Incorporando o conceito de unidade móvel para disponibilizar tecnologia aos fabricantes, o Prumo tem no setor de cerâmica uma das áreas de atuação mais expressivas e, para a execução do atendimento, conta com a capacitação e a experiência de mais de 50 anos do Laboratório de Tecnologia Cerâmica do IPT. "Através do projeto, os empresários conseguem otimizar a produção e crescer no mercado. A busca pelo conhecimento e a preocupação com todo o funcionamento de uma indústria fazem com que a cerâmica brasileira evolua cada vez mais e conquiste respeito no mercado nacional", diz José Lepri Neto, presidente da Associação Brasileira de Cerâmica (ABC).

 

Devido à produção de itens de baixo valor agregado - como tijolos, telhas, blocos, tubos, lajotas e artigos utilitários ou decorativos - e ao transporte realizado por via rodoviária, as vendas desse segmento se destinam a mercados não muito distantes da unidade industrial. "Por isso o apoio e a parceria com o Prumo são essenciais para o setor. O projeto auxilia na parte de recursos tecnológicos, preparação da matéria-prima e da mistura, processos industriais, controle de qualidade, entre outros conhecimentos e técnicas pouco acessíveis às micros e pequenas empresas", ressalta Lepri.

 

Segundo informações da ABC, a cerâmica tem um papel importante na economia do País, já que o segmento emprega quase 300 mil trabalhadores. "Para superar os obstáculos e conseguir crescer, as indústrias precisam acompanhar as evoluções tecnológicas para proporcionar segurança e qualidade de acabamento às suas peças. É nesse cenário que o Prumo exerce o seu maior papel: auxiliar os fabricantes a se modernizarem e se tornarem competitivos no mercado", enfatiza o presidente da ABC.

 

Desde 1999, o Prumo funciona como um "pronto-socorro" para as micro e pequenas empresas, incorporando o conceito de unidade móvel para disponibilizar tecnologia e solucionar os principais problemas de produção e gestão da produção. Os custos do projeto são cobertos pelo Sebrae-SP, Finep e Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo.

 

 

(Fonte: IPT - 15/05/2008)

 

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