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Notícias - RETS

NOTÍCIAS PROTEC: Petrobras reafirma compromisso com fornecedor local

Na esteira da divulgação do Plano de Negócios 2011-1015, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, enfatizou que a estruturação da cadeia de fornecedores local está entre as prioridades na aplicação dos investimentos de US$ 224,7 bilhões no período. Ele afirmou, no Seminário Qualificar e Competir, esta quinta-feira (28/07), na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), que a empresa está disposta a bancar a curva de aprendizado das empresas nacionais para o desenvolvimento de tecnologia, desde que direcionada para a convergência e até a superação das tecnologias estrangeiras. "Nosso objetivo é cumprir o conteúdo local além do mínimo obrigatório", reforçou.

A maior concentração dos investimentos da Petrobras de 2011 a 2015 será no segmento de exploração e produção, com 57%. A pesquisa e desenvolvimento terá foco no etanol de segunda geração - que já tem teste laboratorial aprovado e patente reconhecida. Nos próximos anos, a empresa investirá mais nessa área, enquanto reduzirá a participação no mercado de biodiesel.

A Petrobras mantém 50 redes temáticas, nas áreas de petróleo e gás, petroquímica e biocombustíveis, em convênio com mais de 100 instituições de ensino e pesquisa. O plano da empresa prevê a aproximação dos fornecedores da rede de tecnologia. "A maior parte da demanda é por tecnologia incremental", ressaltou Gabrielli.

Segundo ele, a Petrobras mantém 600 termos de cooperação com fornecedores para identificar gargalos a serem superados. Já foram apontados quase 50 itens críticos para o desenvolvimento da indústria local.

Prevendo um cenário sem grandes mudanças regulatórias e tributárias, aliada ao crescimento da produção, o presidente da Petrobras afirmou: "O desafio é ampliar a cadeia local de fornecedores, um processo viável financeiramente e profundamente transformador".

A expectativa da Petrobras é que a indústria nacional saia na frente e ganhe musculatura para competir internacionalmente, neste momento em que o Brasil ainda é o único país com alto potencial de exploração em águas profundas. Só no portfólio atual da empresa para o pré-sal, sem contar novas áreas de exploração, as reservas potenciais são de 30 a 35 bilhões de barris, o que garante alta rentabilidade no longo prazo - ou seja, as condições para a Petrobras "garantir a demanda para o mercado", conforme sinalizou Gabrielli.


(Fonte: Natália Calandrini para Notícias Protec - 28/07/2011)

 

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