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RETS

Notícias - RETS

Setor de ar condicionado sofre com importados

A maior entrada de ar condicionados importados, que ficaram mais baratos com a desvalorização do dólar, tem incomodado os fabricantes instalados no País desde o fim de 2010. Neste ano, a situação se agravou para algumas empresas como a Hitachi, que fabrica condicionadores de ar residenciais na Zona Franca de Manaus.

"Está inviabilizando nossa produção", diz o presidente da empresa, Sérgio Inoue. Os valores de importados, segundo ele, são 20% mais baratos, podendo chegar a 40%. "Algumas distribuidoras estão até pedindo para devolver nossos produtos", lamenta.

O executivo da Hitachi afirma que seus estoques devem dobrar se a situação não for contornada. "Não chegamos a vender nem 30% no primeiro semestre (em relação ao volume vendido no mesmo período de 2010)". A Hitachi estuda desenvolver novos produtos para reduzir custos.

Uma grande fabricante de ar condicionado, que não quis se identificar, confirma que está super acirrada a concorrência com os importados, principalmente das empresas Komeco e Midea, que importam diretamente. De acordo com o presidente da Eletros, Lourival Kiçula, todos os fabricantes de Manaus estão tendo problemas.

"Se não houvesse essa briga, nosso crescimento poderia ser maior", afirma Mauro Apor, gerente de produto da área de ar condicionado da LG. As vendas da linha residencial da empresa avançaram 20% no primeiro semestre deste ano. No ano passado, o volume mais do que dobrou em relação a 2009.

Os importados respondem por mais da metade do mercado de condicionadores de ar no Brasil. Segundo a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), a participação dos equipamentos nacionais do tipo "split" nas vendas era de 50,3% em 2009 e caiu para 39,2% em 2010, cedendo espaço para os importados. Para este ano, a autarquia só tem dados consolidados até abril. No período, a fatia do produto nacional ficou em 42,2%. Para não perder a guerra, a indústria se organiza para reivindicar aumento do imposto de importação.




(Fonte:Valor Econômico - 28/07/2011)

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