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Políticas Públicas e Economia

Notícias - Políticas Públicas e Economia

Pressionada pelo setor farmacêutico, indústria recua 0,8% em janeiro

A indústria brasileira começou o ano sem fôlego. Em janeiro, a produção industrial registrou queda de 0,8% na comparação com o mês imediatamente anterior, divulgou o IBGE nesta quarta-feira. O principal impacto negativo no indicador foi a indústria farmacêutica, com queda de 10,3%. Além disso, a produção de bens de capital (máquinas e equipamentos) também recuou acentuadamente no primeiro mês do ano, apresentando variação negativa de 3%.

 

A indústria extrativa, com sua queda de 1%, também foi outro setor que afetou a indústria brasileira em janeiro. entretanto, pondera André Macedo, coordenador de Indústria do IBGE, ainda não foi possível mensurar exatamente os efeitos da tragédia envolvendo a mineradora Vale em Brumadinho, Minas Gerais.

 

— Com base no mês imediatamente anterior, o principal impacto de queda vem da área farmacêutica, que vinha crescendo em dois meses em sequência — destacou Macedo. — O setor extrativo, em relação aos resultados desse mês, considero prematuro colocar na conta dessa queda de 1% os efeitos do rompimento da barragem em Brumadinho, uma vez que o desastre ocorreu no fim mês. Se influenciou para essa queda, foi uma contribuição pequena. Porém, não descarto os efeitos disso para os próximos meses.

 

Atualmente, a indústria brasileira opera no mesmo patamar de fevereiro de 2009.

 

— Estamos longe de manter uma trajetória contínua de resultados positivos no geral — destacou Macedo.

 

Entretanto, no acumulado em 12 meses, o indicador ainda opera em patamar positivo. Nesta comparação, a indústria registra alta de 0,5%.

 

Macedo chamou atenção ainda para o saldo negativo da média móvel trimestral, que teve variação negativa de 0,2% nos três meses encerrados em janeiro deste ano frente ao nível do mês anterior.

 

— Isso confirma a falta de dinamismo que marca a indústria nos últimos meses—- explica André.

 

A queda de janeiro veio acima das expectativas do mercado financeiro. De acordo com sondagem da Bloomberg, os economistas projetavam um recuo de apenas 0,1% no primeiro mês do ano.

 

 

 

(Fonte: O Globo - 13/03/19)

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