Rio de janeiro
Agenda Inovação Novembro -   Dezembro    -     Janeiro Voltar 2017 -   2018 Avançar
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • S
  • S
  • D
  • S
  • T
  • Q
  • Q
  • 01
  • 02
  • 03
  • 04
  • 05
  • 06
  • 07
  • 08
  • 09
  • 10
  • 11
  • 12
  • 13
  • 14
  • 15
  • 16
  • 17
  • 18
  • 19
  • 20
  • 21
  • 22
  • 23
  • 24
  • 25
  • 26
  • 27
  • 28
  • 29
  • 30
Políticas Públicas e Economia

Notícias - Políticas Públicas e Economia

Indústria inicia o segundo semestre com alta de 0,8% em julho

A produção industrial brasileira cresceu 0,8% em julho frente a junho, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada na manhã desta terça-feira pelo IBGE. É o melhor resultado para o mês desde 2014, quando avançou 1,3%. Em junho, o setor avançou 0,2%, mas fechou o primeiro semestre com alta de 0,5%. Frente a julho de 2016, a alta foi de 2,5%. É a maior taxa para uma comparação mensal desde junho de 2013.

 

O resultado em doze meses, porém, ainda permanece negativo, com queda de 1,1%. É o trigésimo oitavo mês seguido de números no vermelho. A retração, porém, vem diminuindo mês a mês. Em junho, a queda acumulada em doze meses foi de 1,1%. Já em julho do ano passado, o recuo ao longo de doze meses era de 9,7%.

 

Analistas ouvidos pela Bloomberg esperavam que a produção industrial tivesse um aumento de 0,4% na comparação mensal, e de 1,6% frente ao mesmo mês do ano passado. Para o fim de 2017, a expectativa do mercado financeiro para o setor também é positiva, já que a projeção dos economistas é de alta de 1,3%.

 

ALIMENTOS PUXAM ALTA

Na alta de 0,8% frente a junho, o maior impulso veio da produção de alimentos, com crescimento de 2,2%. Em seguida, a influência foi o segmento de produtos derivados de petróleo e biocombustíveis, com taxa de 1,9% (no mês anterior, tinha recuado 2%). Dos 24 setores acompanhados pelo IBGE, 14 tiveram crescimento nessa base de comparação e outros dez registraram queda.

 

Entre as grandes categorias, bens de consumo duráveis foi o setor que mostrou expansão mais acentuada, avançando 2,7% em relação a junho. Além deles, a alta foi puxada principalmente pelo crescimento dos produtos de bens de consumo semi e não-duráveis, que registraram 2%, de bens de capital, com 1,9%, e de bens intermediários, com 0,9%.

 

O dado é revelado poucos dias após a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, que mostrou que a economia brasileira começa a dar sinais de recuperação, com o segundo crescimento trimestral consecutivo após dois anos de taxas negativas. Ao todo, o país avançou 0,2% neste trimestre, frente ao trimestre anterior, e 0,3% em comparação com o mesmo período do ano passado.

 

 

 

(Fonte: O Globo – 06/09/2017)

Instituições Associadas

ABIFINA
ABIMO
ABINEE
ABIQUIM
ALANAC
FIEMG
IPD FARMA
SEBRAE