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Patentes

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Profissionais do Direito apostam em novo nicho de mercado

Escritórios de advocacia que não tinham áreas específicas de propriedade intelectual (PI) estão criando seus próprios departamentos para garantir os interesses dos clientes na área. A afirmação é do advogado Pedro Szajnferber de Franco Carneiro, coordenador de PI da banca Pompeu, Longo, Kignel & Cipullo Advogados (PLKC) e diretor da Associação Paulista da Propriedade Intelectual.

 

Carneiro foi contratado pela banca em abril deste ano, para coordenar a equipe que conta com dez profissionais e espera contratar pelo menos mais um até o fim do ano. "Essa área tem tudo para se tornar uma das principais do escritório", prevê. Segundo o advogado, essa demanda partiu de três pontos. O primeiro é que para qualquer área, as empresas procuram advogados de PI. "Para fusões e aquisições, por exemplo, é necessário entender a parte de registro de patentes ou marcas, para não violar os registros", diz. O outro ponto é que as empresas estão vendo PI como uma estratégia de mercado. "Uma marca, por exemplo, pode ser muito valorizada e pode tornar um bom negócio", justifica.

 

Por último, se refere ao fato de o Brasil estar com uma economia mais estável. "Com maior desenvolvimento, podemos ter mais depósitos de registros e, conseqüentemente, maior procura por advogados", analisa Carneiro.

 

O escritório Veirano Advogados também criou um departamento de propriedade intelectual. De acordo com o advogado da banca, Valdir Rocha, essa área está em crescendo por causa do maior investimento do Governo no Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI). "Com o desafogamento do número de processos para registro de patentes no INPI, surgiu uma maior necessidade das empresas em procurar advogados ligados a PI", diz o advogado. O Veirano possui cerca de 20 profissionais dedicados a essa área. O setor é responsável por cerca de 10% do faturamento do escritório.

 

 

(Fonte: Gazeta Mercantil/SP - 22/09/2008)


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