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Patentes

Notícias

País tem potencial inexplorado na área da saúde

O Brasil tem condições de avançar no número de registros de patentes no setor de saúde, na avaliação de Luiz Arnaldo Szutan, diretor do curso de medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Segundo ele, o grande desafio está na aproximação entre universidades e setor privado.

"Se envolvermos as empresas, mostrarmos a competência brasileira para a produção científica e as incentivarmos a investirem aqui, acredito que teremos bons resultados nos próximos anos", disse o médico, que participou na terça-feira (23/09) do comitê de saúde da Amcham-São Paulo.

Segundo Szutan, o Brasil produziu 16.872 pesquisas em 2007, ocupando a 15ª posição no ranking de produção científica mundial. No mesmo período, no entanto, quando se trata do registro de patentes, o País cai para o 57º lugar. "Isso demonstra que o Brasil, assim como outros países emergentes, ainda não enxergou como a geração de conhecimento pode incrementar o Produto Interno Bruto (PIB) per capita", comentou.

O médico avalia que o investimento brasileiro em pesquisa e desenvolvimento (P&D) ainda é incipiente, da ordem de 1,17% do PIB, com prevalência dos recursos governamentais sobre os provenientes da indústria. No caso da área da saúde, ele aponta que, apesar de muitas multinacionais terem dado preferência ao investimento em seus países de origem, muitos dirigentes no País mostram-se atualmente mais abertos ao diálogo. Além disso, empresas nacionais do segmento têm condições financeiras para se voltar mais à inovação.

Para ampliar a produção de patentes, Luiz Arnaldo Szutan acredita que é preciso estruturar e coordenar o fragmentado sistema científico brasileiro, valorizando também a carreira de pesquisador. É necessário também estabelecer parcerias entre universidades, agências de fomento e empreendedores e buscar colaboração com centros de pesquisa estrangeiros.

 

 

(Fonte: Cidade Biz - 23/09/2008)


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