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Políticas Públicas e Economia

Notícias - Políticas Públicas e Economia

  • Continuidade marcará sucessão no MCT, afirma Rezende

    Continuidade marcará sucessão no MCT, afirma Rezende

    Distante das grandes barganhas políticas, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) faz transição tranquila entre o governo Luiz Inácio Lula da Silva e o de Dilma Rousseff. A presidente eleita ainda não divulgou o substituto de Sérgio Rezende, mas é dada como certa a saída do PSB da pasta. O partido do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, deve alçar voos mais altos no governo Dilma e terá de abrir mão do MCT, após oito anos sob seu comando. O nome mais cotado é do senador Aloizio Mercadante (PT). A falta de definição não preocupa a atual equipe.

  • CNI prevê aumento do ingresso de importados em 2011

    CNI prevê aumento do ingresso de importados em 2011

    O gerente-executivo de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco, avalia que o ingresso volumoso de produtos industrializados importados deve crescer em 2011, em função da grande oferta de manufaturados no mundo e da expectativa de que a taxa de câmbio permaneça valorizada. "Muito provavelmente, a tendência é de que deve avançar o ingresso de importados", disse Castelo Branco, em entrevista à imprensa em São Paulo, na qual foi apresentada a pesquisa "Investimentos na Indústria", realizada no País pela entidade com 454 empresas de todos os setores fabris.

  • As armas da indústria para sobreviver ao câmbio valorizado

    As armas da indústria para sobreviver ao câmbio valorizado

    Fabricação de produtos de qualidade duvidosa, desativação de linhas de produção, aumento na importação de componentes. São alguns dos artifícios da indústria brasileira para enfrentar a enxurrada de produtos importados que invadem o País diante do dólar mais barato. A ginástica para ganhar competitividade também tem servido para tentar recuperar ou manter exportações, já que o câmbio valorizado encarece os produtos brasileiros no exteriorFabricação de produtos de qualidade duvidosa, desativação de linhas de produção, aumento na importação de componentes. São alguns dos artifícios da indústria brasileira para enfrentar a enxurrada de produtos importados que invadem o País diante do dólar mais barato. A ginástica para ganhar competitividade também tem servido para tentar recuperar ou manter exportações, já que o câmbio valorizado encarece os produtos brasileiros no exterior.

  • Entrevista: Licitação acelerada do pré-sal pode levar à desindustrialização

    Entrevista: Licitação acelerada do pré-sal pode levar à desindustrialização

    O alerta é do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli. Segundo ele, com a aprovação do regime de partilha da produção, surgem duas forças contraditórias quanto à velocidade de licitação dos novos campos do pré-sal. Uma é pela licitação rápida das áreas para que o petróleo se transforme em riqueza e financie o Fundo Social. A outra é o fato de a indústria nacional ainda não estar preparada para atender à demanda.

  • Artigo: Desindustrialização no Brasil - ser ou não ser!

    Artigo: Desindustrialização no Brasil - ser ou não ser!

    Ocorre hoje em dia uma discussão confusa entre economistas, políticos e jornalistas sobre a questão de estarmos ou não observando um processo de desindustrialização da economia brasileira e, se tal fenômeno de fato ocorre, quais seriam suas consequências econômicas e sociais para o País. Como uma dúvida shakespeariana, entre ser ou não ser, gastam-se horas de televisão e de rádio e toneladas de papel na discussão de um tema que, se for tratado com objetividade e clareza, pode ser bem explicado e mensurado para satisfazer os interessados.

  • Artigo Josimar Henrique: Desindustrialização nacional segue

    Artigo Josimar Henrique: Desindustrialização nacional segue

    Toda vez que há sinais de desindustrialização no País, há sempre quem venha dizer que os industriais brasileiros estão exagerando. E que a questão não é bem essa, é outra. Sem dizer o tamanho do exagero e qual é a outra questão. Se antes esses oráculos estavam sentados em cargos públicos, agora costumam vir dos profetas do comércio e das montadoras de processos, chamadas de indústrias, que trazem de seus países os produtos semi-acabados ou acabados apenas para embalar e entregar aos brasileiros – sem nenhum compromisso com pesquisa, inovação, geração de emprego, ampliação de postos de trabalho.

  • País precisa aproveitar o atual “momento de graça”

    País precisa aproveitar o atual “momento de graça”

    Especialista em política industrial e estudioso da economia chinesa, o professor-doutor do Instituto de Economia da UFRJ, ex-presidente e ex-diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), diz que frente aos "preços arrasadores" chineses, há três tipos de países: "Os que inegavelmente têm problemas de câmbio dentre os quais o Brasil se destaca como caso grave; os que têm problemas de câmbio; e os que não têm problemas de câmbio".

  • Investimento brasileiro prefere a Europa

    Investimento brasileiro prefere a Europa

    A crise econômica se tornou uma oportunidade de investimento para as empresas brasileiras, que estão apostando cada vez mais nos mercados da Europa, enquanto os instáveis vizinhos sul-americanos perdem espaço.

  • Foco de Pimentel será o da competitividade das exportações

    Foco de Pimentel será o da competitividade das exportações

    "O nome do jogo é competitividade: o Brasil tem de ser competitivo", recomendou a presidente Dilma Rousseff ao novo ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, ao determinar "prioridade" para as "contas externas", segundo relatou o próprio ministro, nesta segunda-feira (03/01), em sua primeira entrevista à imprensa. Setores exportadores terão de receber novas reduções de imposto e os produtores nacionais serão protegidos de importações desleais por "mais e melhores" mecanismos de defesa comercial, informou o ministro.

  • Importação afetou oferta doméstica, avalia IBGE

    Importação afetou oferta doméstica, avalia IBGE

    O elevado patamar das importações e os altos estoques que perduram em alguns setores contribuíram para manter a produção industrial próxima da estabilidade em novembro. A Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou pequena retração de 0,1% na produção em relação a outubro na série com ajuste sazonal.

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